Thursday, October 20, 2011

Farmers Life Experience: Férias ativas com a natureza!


Descubra no país rural uma forma verdadeiramente diferente de fazer férias. Vá até uma aldeia remota de Portugal e dedique-se a um campo de férias agrícola, no meio da natureza e ao lado de agricultores que têm muito para ensinar. 


Prepare-se para uma aventura na quinta, na herdade, no meio dos animais.

É uma experiência que vai buscar à origem os saberes tradicionais ligados à terra, à agricultura, aos animais, habituados a passar de geração em geração pela experiência repetida. Agora, através da Farmers Life Experience, esse conhecimento empírico está ao alcance de quem estiver disposto a partir da cidade para uns dias em contacto estreito e profundo com a natureza e com quem a cuida.

A Cá & Lá, uma empresa "apaixonada por Portugal", organiza campos de trabalho, remunerados, em diversas aldeias e vertentes da agricultura tradicional, valorizando saberes adormecidos que está na altura de acordar.

Dos vinhedos escarpados do Douro, à  batata-doce de Aljezur, passando pelos olivais alentejanos, a cereja da cova da Beira, a laranja e o tomate do Algarve, pela pêra rocha do mítico Oeste, não faltam locais para trabalhar e aprender, aproveitando as férias para uma 'viagem' diferente.

Conheça alguns dos programas disponíveis:

Terramada
Geneviève e Guy são os anfitriões deste local que se dedica à agricultura biológica. Junto à Terramada encontra-se a Barragem do beliche, propícia ao relaxamento e à meditação.

Covas do Monte
Quem vai para Covas do Monte ajuda o jovem casal da terra, Filipe e Ana, a cuidar das cabras que saem diariamente da aldeia e regressam ao final do dia; há ainda diversas outras atividades a desenvolver nas hortas desta pequena aldeia da Serra de São Macário.

Tapada do Fojo
Brígida Fonseca comanda a Tapada do Fojo e o seu Campo de Trabalho Agrícola, em constante espírito de partilha, no trabalho, à mesa e em casa. A Tapada do Fojo está localizada no Barroso transmontano e disponibiliza atividades que variam entre cortar o feno, tratar dos lameiros e das vacas, além de tudo o resto que compõe o quotidiano de uma quinta portuguesa.

Herdade do Freixo do Meio
Esta herdade de 390 hectares, perto de Montemor-o-Novo, acolhe uma escola onde decorrem ações de formação várias, hortas, estufas, um pombal, uma cantina e uma mercearia. Para se refrescar e relaxar, uma pequena barragem doméstica. Em frente, uma soberba vista sobre o montado alentejano. Aqui, a agricultura biológica é rainha.

Casas de Monforte
Dezenas de animais povoam esta aldeia pitoresca: Cabras, porcos bísaros, vacas e novilhos. Todos pastam nos terrenos à volta das Casas de Monforte. Gonesindo Chaves, o responsável, é também o anfitrião que aloja os visitantes na sua própria casa.

Morgado Lusitano
Às portas de Lisboa, o Morgado Lusitano acolhe, como o nome indica, cavalos. A quinta data do século XVIII e além de acolher algum turismo equestre dedica-se principalmente ao maneio do cavalo lusitano.

Salina Eiras Largas
Ajudar a produzir o sal que tempera o quotidiano de todos nós. É esta a principal tarefa desenvolvida na Salina Eiras Largas. Mas não se pense que é tarefa fácil. Pelo menos, enquanto se percorre um ciclo da água, do mar até aos talhos onde cristaliza o sal marinho e a flor de sal, os pés estão sempre na água...

Quinta do Montalto
Esta quinta une o tradicional herdado das várias gerações que já a trabalharam com a queda para a inovação do atual proprietário, André Gomes Pereira. Agricultura biológica e todos os processos que envolvem a produção de vinho são as principais atividades em que se pode participar.

Todas as informações em Farmerslifeexperience

Fonte: escape.pt

Saturday, October 8, 2011

Profissões do Futuro

Saber as Profissões do Futuro é um tema muito importante principalmente para quem está a começar a sua carreira profissional ou para quem está desempregado. Quem procura um trabalho, emprego ou part-time é importante saber quais são as profissões com mais saída no futuro.

É muito importante reflectir sobre este assunto pois saber quais são as profissões do futuro poderá fazer toda a diferença no seu futuro profissional.

De acordo com a conjuntura actual, haverá sem dúvida toda uma série de profissões que se conjecturam num futuro próximo por substituição ou actualização das que existem actualmente devido à evolução do meio sócio económico, tecnológico e geopolítico onde estamos inseridos. Falamos naturalmente do impacto demográfico pelos efeitos da redução da natalidade e do aumento da esperança média de vida, das novas tecnologias e da sociedade do conhecimento, das crescentes necessidades do consumo e de uma maior responsabilidade social, factores estes que condicionarão sem dúvida a continuidade de algumas profissões actuais e criarão oportunidades para o aparecimento de outras.


Nova economia, novos caminhos. Ter um "canudo" há muito que não é suficiente para se conseguir arranjar um bom emprego. E, ao contrário do que acontecia há quatro ou cinco anos atrás, a experiência já não é determinante na procura de colocação. Hoje, é o binómio qualificação/experiência que é valorizado.

A capacidade de adaptação à mudança, a par da resiliência, será por isso uma das principais competências profissionais do futuro. As profissões vão morrer cada vez mais rapidamente.

Seja qual for a área de formação, a tendência é para a especialização. A mobilidade é outra clara tendência do mercado de emprego. Mudar vai ser cada vez mais frequente. Se já não há empregos para sempre, vai deixar de haver também profissões para a vida. As pessoas vão mudar cada vez mais de emprego, de país, de função e até mesmo de profissão. E a formação será cada vez mais ao longo da vida e já não um assunto que fica arrumado quando se tem 20 anos e se sai da faculdade.

Desde a geriatria, profissão que visa cuidar dos mais velhos (técnicos e auxiliares de geriatria, psicogerontologia), das profissões ligadas à manutenção doméstica e à gestão de recursos habitacionais (domótica), à gestão de redes e sistemas informáticos, passando pelas energias renováveis até à biotecnologia, reciclagem dos resíduos, ao voluntariado, ou ás profissões ligadas à gestão de imagem pessoal e corporativa, são algumas das áreas e profissões à apostar e cujas necessidades já se estão a fazer sentir motivadas quer pela escassez de oferta pelo desinvestimento nalgumas destas áreas, quer pelo facto de algumas áreas profissionais serem ainda bastante recentes.

Lista de Profissões do Futuro
Aqui fica uma listagem de algumas profissões com potencial no futuro sem critério de ordenação:
  • Tecnologias de Informação
  • Sector da Saúde, especialmente, na área de cuidados à terceira idade
  • Biotecnologia
  • Nanotecnologia
  • Sector da Energia
  • Educação e Desenvolvimento Pessoal
  • Terapias alternativas
  • Tarefas Domésticas
  • Trabalho a Partir de Casa
  • Marketing de Rede, Internet Marketing e Marketing Online
  • Coaching
  • Área do Bem-Estar (Ginásio, Estética, Treinador Pessoal,…)
  • Recursos Humanos
  • Agências de Viagens

Profissões do Futuro – Opinião Final

Faça uma pausa e pesquise
Para quem procura uma profissão, trabalho, emprego ou negócio faça uma pausa e pesquise muito. Se tem tempo livre aproveite para pesquisar bem todas as possibilidades. Não se esqueça que uma boa estratégia vai fazer muita diferença no seu futuro profissional.
Vivemos em tempos exponenciais mas actualmente é muito fácil encontrar alternativas na Internet ou nos meios de comunicação social.

Abra os seus horizontes
Se limitar os seus horizontes à área que estudou ou que se especializou profissionalmente estará logo limitado à partida.

Pode usar os seus conhecimentos em áreas adjacentes ou não e, no limite, caso esses conhecimentos não sirvam para abraçar uma nova área profissional vamos sempre a tempo de aprender.

Trabalhe por gosto
Já pensou que todos os grandes profissionais/personalidades adoram aquilo que fazem? Será coincidência? Claro que não. Quem trabalha por gosto não se cansa, tem mais energia, mais produtividade, mais criatividade.

Fontes: 



Thursday, September 29, 2011

Carlos Sezões - Coesão Territorial… praticamos aquilo que defendemos?


Temos assistido, nos últimos anos, a uma discussão centrada na justificação de manter determinados equipamentos nas regiões menos populosas e por vezes esquecidas do Interior – desde os centros de saúde, às estações de correios e às escolas básicas e muitas outras.



As escolas, como estruturas de suporte à educação, em locais envelhecidos em que as crianças começam a ser a excepção, são os símbolos mais fortes deste dilema. Se, de facto, encontramos aqui instituições que preenchem todos os requisitos pedagógicos e que, estando localizadas em regiões isoladas, assumem uma função determinante para o desenvolvimento de pequenas comunidades rurais, talvez o caminho seguido, o do encerramento, não pareça afinal tão óbvio.
Isto leva-nos à velha discussão sobre a coesão territorial, isto é, a nossa capacidade tornar as várias regiões deste pequeno país relativamente equitativas em termos de oportunidades de desenvolvimento, reduzindo as disparidades existentes e promovendo, dentro do possível, a cooperação entre elas. Se considerarmos, no limite, que um País é apenas o conjunto das suas pessoas, podemos acantonar os 10 milhões de portugueses na faixa litoral e poupar o que se gastaria em estruturas no resto do território. Mas o País é também o seu espaço e, como é hoje de bom senso concordar, a qualidade de vida e desenvolvimento sustentável de uma população aumenta com a uma visão integrada que promova os vários territórios e os torne atractivos, essencialmente em termos de habitabilidade e empregabilidade.
É por isso que, quando leio ou ouço os casos acima mencionados fico sempre com a convicção que existe aqui uma gravíssima miopia política e estratégica. Se nos resignarmos apenas a fazer contas à demografia e à economia pública, vamos continuar a retirar os equipamentos públicos essenciais e promover o abandono de boa parte do nosso território.
E qual a resposta? Não há soluções mágicas, mas não é preciso muita imaginação para perceber que deveríamos muitas vezes fazer raciocínios inversos. Em concreto, pensar a nível macro, regional, e fazer apostas concretas, investindo em criar ou manter infra-estruturas básicas para a competitividade regional e para a qualidade de vida dos respectivos habitantes. Fazê-lo criando soluções inter-municipais e reduzindo muitos dos desperdícios que por aí ainda se fazem. Se continuarmos, pelo contrário, pela via do desinvestimento constante, ainda teremos no interior de Portugal o deserto que um certo ministro em tempos profetizou. 

Carlos Sezões
in www.dianafm.com
28 Setembro 2011

Monday, September 19, 2011

Miguel Sousa Tavares fala sobre a importância das Universidades no combate à desertificação do interior


Saturday, July 30, 2011

Desertificação: Portugal morto ou outro olhar do interior

IOLDiário: 29-03-2009
O exemplo de um dos concelhos mais envelhecidos do país

Oleiros é um dos concelhos mais envelhecidos do país e da Europa. Terá cerca de 100 jovens para 400 idosos, segundo a especialista em Geografia Humana, Fernanda Cravidão, que aponta como casos idênticos Vila de Rei, Mação e Alcoutim.

Para a professora da Universidade de Coimbra, uma escola reconvertida em capela mortuária representa «o Portugal morto materializado». «Tem essa carga simbólica. As escolas já estão a servir para centros de idosos, agora morgue é o fim da linha», exclama a especialista, com trabalho desenvolvido na área da geografia da morte.

Porém, considera que se dramatiza demasiado e que a solução passa por olhar para o interior de outra forma, tirando «partido daquilo que temos». «Aquele discurso de povoar o interior, subsídios para casais e coisas desse tipo, é tudo muito bem intencionado, mas não resulta. A mobilidade do interior para o litoral é desde sempre. Esse é um discurso perdido», afirma.

«Tentar levar para lá a população que saiu é contra-natura»

Para Fernanda Cravidão, pretender levar para os concelhos do interior os índices demográficos de há 20 ou 30 anos é «uma utopia». «O mundo rural deve ser encarado de outra forma hoje, como espaço de lazer, turismo de cargas brandas e agricultura biológica», exemplificou, defendendo que as crianças devem ser levadas das escolas das cidades para saberem o que é um pinheiro e como se cultivam as batatas.

«Tentar levar para lá a população que saiu é contra-natura», diz, referindo-se ao desenvolvimento de uma sociedade industrializada, consumista e globalizada, que não está disposta a abdicar de um modo de vida onde tudo é de acesso fácil.


«O censo de 2011 o que nos vai mostrar é uma diminuição da população e julgo que também vai mostrar que continuam a desaparecer pequenas aldeias em favor da capitalização de muitas sedes de concelho», antecipa.

E as causas do despovoamento?

No mesmo sentido, antevê um envelhecimento cada vez maior, «sobretudo nesses concelhos: Oleiros, Mação, Sertã e um aumento das sedes de concelho devido a um efeito de sucção das áreas à volta».

«Oleiros, sede de concelho, poderá ter perdido menos habitantes ou estabilizado nos últimos anos, mas à custa de uma certa sucção das áreas envolventes. Terá lugares que terão menos 50 por cento da população», indica.

As causas do despovoamento são remotas. Dificilmente um país de reduzidas dimensões e fracos recursos passaria incólume por uma vaga de emigração para a Europa e uma guerra colonial, a que se sobrepôs uma mobilidade para o litoral, nos anos 60, que ainda não parou.

Concelho perdeu 14 por cento da população

A criação de universidades e institutos politécnicos no interior do país, a seguir ao 25 de Abril, travou um pouco a perda de população em Castelo Branco, Covilhã, Vila Real, Montalegre, Viseu e Bragança, bem como o regresso de pessoas das ex-colónias.

A investigadora admite que, tal como os outros, o concelho de Oleiros terá perdido população desde os anos 50/60. «Tudo leva a crer que a população no concelho seja menor em 2009 do que em 2001», refere, acrescentando: «Esses concelhos perdem população, não porque as pessoas se vão embora - porque já não há gente para sair -, mas porque os idosos morrem.»

Em 2001, o concelho tinha 6.677 habitantes. A estimativa publicada em Março de 2008 apontava para 6.552. Entre 1991 e 2001, perdeu 14 por cento da população (mais de mil pessoas).

No mesmo período, os concelhos que registaram maiores perdas foram São Vicente (19,5 por cento), Boticas (19,1), Penamacor (18,0), Alcoutim e Montalegre (17,5), Gavião e Vila Velha de Ródão (17,4), Carrazeda de Ansiães (17,2), Vinhais (16,4), Meda, Almeida e Mação (16,1), Castanheira de Pêra (16,0) e Vimioso (15,9), segundo dados cedidos à Lusa pelo professor João Luís Fernandes, da Universidade de Coimbra.

Fonte: IOL Diário 29-03-2009

Wednesday, July 6, 2011

TELETRABALHO - Uma oportunidade de desenvolvimento?



O que é Teletrabalho  

Várias são as formulações conhecidas para a descrição do que é teletrabalho nomeadamente as que decorrem de projectos, experiências e empresas externas ao nosso País. Não existe uma tradução exacta, única, para as diferentes definições conhecidas pelo que pensamos que a definição contida no "Estudo do Teletrabalho em Portugal" (Fundetec, IEFP, 1998) se aproxima bastante do que consideramos uma formulação correcta do que é teletrabalho:

Teletrabalho constitui uma modalidade de trabalho com características próprias: 

 •  Distância: situação laboral em que teletrabalhador se encontra num ponto geograficamente distinto daquele em que o trabalho é realizado e/ou entregue.  
 •  Tecnologia: o recurso intensivo a meios informáticos e de telecomunicações - redes, equipamentos e aplicações/serviços - para o suporte e/ou entrega (transferência) de teletrabalho   
 • Estruturação: existência de um acordo claro (ou mesmo contratado) entre os intervenientes (teletrabalhador * empresa empregadora * cliente) que estabelece e regula as condições laborais (como) e as condições de trabalho (onde e quando) se desenvolve o teletrabalho:   
 •  Forma organizativa: a partir de casa do trabalhador, em centros de teletrabalho, escritórios satélite, teletrabalho móvel, escritórios partilhados, offshore (teletrabalho trans-fronteriço), etc.  
 •  Modalidade: formal ou informal, tempo inteiro, tempo parcial, em alternância (alguns dias por semana) ou ocasional.  



Modelos de teletrabalho

Teletrabalho é uma palavra genérica que não toma em consideração os vários modos possíveis de implementação.

No contexto do projecto AVISE, cinco diferentes formas de teletrabalho foram identificadas nos três países cobertos pelo estudo, Espanha, França e Alemanha (Milpied et al. (1996a)).

Teletrabalho a partir de casa

Nesta modalidade, o indivíduo trabalha a partir de casa, em vez de trabalhar nos locais de trabalho do costume (e.g., escritório, fábrica), usando TIC para realizar as tarefas que lhe foram atribuídas e para permanecer em contacto com uma ou várias empresas ou administrações.

Escritório satélite

O indivíduo trabalha numa unidade relativamente autónoma, geograficamente separada da empresa mãe mas em permanente contacto com ela através das telecomunicações.

Teletrabalho nómada, móbil ou itenerante

Caiem nesta categoria, principalmente, os profissionais cujo trabalho requer muitas viagens e que, graças a vários meios de comunicação electrónica, podem permanecer em contacto com as empresas que usam os seus serviços (e.g., acesso a bases de dados para consulta ou modificação).

Escritório de proximidade

Estes centros reúnem diversas TIC que são partilhadas por pessoas empregues por diferentes grandes e pequenas empresas ou por teletrabalhadores independentes, para quem não são desejáveis ou comportáveis grandes investimentos em tecnologia. Estes centros localizam-se, geralmente, próximo das residências dos teletrabalhadores e podem ser utilizados para outras actividades como a teleformação.

Centro de teleserviços ou telecottage

O centro/empresa de teleserviços utiliza TIC em rede para providenciar e comercializar serviços de informação e de comunicação (e.g., telesecretariado, serviços de telemática, teleformação, teletradução). Os trabalhadores vivem perto do telecentro, enquanto as empresas clientes se localizam à distância. Para além do fornecimento de teleserviços, muitos destes centros providenciam a compra das TIC utilizadas pelos clientes interessados.

Deve tomar-se em consideração que os termos telecentro, centro de teleserviços, telecottage e escritório de proximidade são, frequentemente, utilizados como sinónimos.

Adoptando outra perspectiva, os teletrabalhadores podem ser divididos em categorias de acordo com a regularidade com que trabalham segundo esta modalidade.

Teletrabalho regular

Estão nesta categoria os indivíduos para quem o domicílio ou o telecentro constituem o local base de trabalho, embora podendo recorrer ao trabalho por alguns dias no local de trabalho tradicional.

Teletrabalho ocasional

Encontram-se nesta categoria os indivíduos que, embora adoptando frequentemente o teletrabalho, não fazem deste regime rotina e continuam a frequentar o local de trabalho tradicional regularmente.

Teletrabalho complementar

Estão nesta categoria os indivíduos que adoptam o teletrabalho como actividade complementar em relação ao trabalho que realizam diariamente na empresa.




Vantagens e desvantagens do teletrabalho 

Apresentam-se seguidamente, de forma resumida, as vantagens/desvantagens do teletrabalho em face do teletrabalhador/da família do teletrabalhador, das empresas e da sociedade.

Vantagens do teletrabalho  

a) Vantagens para os teletrabalhadores 

  • Redução de deslocações
  • Diminuição de custos
  • Trabalho ao ritmo individual
  • Harmonia entre a vida familiar e profissional
  • Aumento das oportunidades profissionais
  • Melhoria da qualidade de vida


b) As vantagens para as Empresas 

  • Aumento de produtividade
  • Transformação da estrutura de custos da empresa
  • Flexibilidade no planeamento/estruturação de trabalho
  • Recrutamento mais eficiente / mais objectivo


c) Vantagens para a sociedade 

  • Diminuição da poluição
  • Desenvolvimento regional
  • Flexibilidade de emprego 


Desvantagens do teletrabalho 

a) Desvantagens para os teletrabalhadores 

  • Isolamento social e profissional
  • Redução das oportunidades profissionais
  • Problemas familiares
  • Falta de legislação
  • O vício do trabalho


b) Desvantagens para as empresas 

  • Maior dificuldade em controlar e supervisionar o trabalho
  • Resistência à mudança
  • Diminuição da coesão no seio da empresa
  • Investimentos associado a equipamentos/serviços de base tecnológica
  • Riscos de segurança e confidencialidade da informação


c) Desvantagens para a sociedade 

  • Implicações negativas no mercado imobiliário
  • Vulnerabilidade face à competição de potencial trabalho e mão-de-obra estrangeira
  • Infoexclusão



Associação Para o Desenvolvimento do Teletrabalho

Enquadramento Jurídico dos Teletrabalhadores

Outros sites sobre Teletrabalho:


Fontes: 


Monday, June 27, 2011

Rede de Cidadania de Montemor‐o‐Novo



O que é?
Uma rede de cidadãos, aberta, diversa, democrática e apartidária, que pretende exercer a sua cidadania participativa para a construção de um futuro mais solidário, sustentável e próspero em Montemor-o‐Novo.

Porque existimos?
Queremos assumir responsabilidade na condução dos nossos destinos e qualidade de vida, para nós e para as futuras gerações promovendo localmente o diálogo e a dinamização de projectos nas áreas económica, social, cultural e ambiental.

Como vemos o nosso futuro?
Maior autonomia da comunidade local com o aumento da capacidade de resposta a acontecimentos locais ou globais, como são hoje a estagnação da economia, a exclusão social, os problemas ambientais e a excessiva dependência dos combustíveis fósseis e outros recursos não renováveis.

Quais são os nossos princípios de actuação?
Temos por base a Declaração Universal dos Direitos do Homem e os Princípios da Carta da Terra que defendem os valores pelos quais esta rede de cidadãos se irá reger no decorrer da sua existência, honrando a ética, a honestidade, a transparência e a humildade para assim construir confiança e credibilidade junto da sociedade civil de Montemor‐o‐Novo.

“A Carta da Terra é um amplo reconhecimento, declaração e consenso global sobre ética e valores para um futuro sustentável. Desenvolvido ao longo de um período de dez anos, no que foi chamado o mais extenso processo de consulta global associada a uma declaração internacional, a Carta da Terra foi formalmente aprovada por mais de 2500 organizações, incluindo instituições globais como a UNESCO e a União Mundial para a Conservação da Natureza (IUCN).“

Está traduzida em mais de 40 línguas e disponível em: http://www.earthcharterinaction.org/content/pages/Read‐the‐Charter.html

O que pretende esta rede ou movimento?
Objectivos:
  • Chamar a população de Montemor à participação, contando com o interesse, paixão e responsabilidade de cada um para que, em conjunto, possamos iniciar um novo ciclo de cidadania em Montemor‐o‐Novo.
  • Dinamizar consciência colectiva para as questões da sustentabilidade.
  • Formular propostas concretas e desenvolver acções para a sua implementação, nos diferentes domínios e de acordo com as competências reunidas.


Se pretende contactar ou ser contactado por esta Rede, pode-o fazer através do endereço de correio electrónico cidadania.montemor@gmail.com e receberá a resposta de um dos elementos do grupo coordenador, tão rápido quanto seja possível.