Monday, December 6, 2010

Interior com menos habitantes

Mais de um terço dos municípios portugueses têm menos de dez mil habitantes, em zonas já despovoadas.
DN 06/12/2010

Mais de um terço dos municípios portugueses, sobretudo no interior, não chegam aos dez mil habitantes, mas, apesar de representarem uma população reduzida, a maioria deles tem, em média, uma junta de freguesia para menos de mil pessoas.

Um total de 110 dos 308 municípios portugueses têm menos de 10 mil habitantes, 93 deles localizados no Continente, 12 nos Açores e cinco na Madeira. Cerca de metade (53) destes 110 municípios têm cinco mil ou menos habitantes. Distribuem-se especialmente pelo interior do País e em zonas já despovoadas: no distrito de Portalegre há 12 concelhos com menos de 10 mil habitantes e nove deles têm uma população inferior a cinco mil.

No distrito de Beja existem dez municípios com menos de 10 mil habitantes, em Évora e na Guarda são nove estes pequenos municípios, em Bragança oito, em Vila Real, Viseu e Santarém sete e em Castelo Branco seis.

Alvito, com 2720 habitantes, e Barrancos, com 1697, ambos no distrito de Beja, são os que apresentam uma população mais reduzida no continente. Porto Moniz, com 2645 habitantes, é o concelho com menos gente na Madeira, enquanto Corvo, nos Açores, com apenas 488 pessoas, é o mais pequeno município do País. Segundo o Ministério da Saúde, existe em Portugal apenas um médico de família para cada 1600 utentes.


Thursday, November 25, 2010

Regresso às origens

Linha da Frente - Regresso às origens.

Documentário sobre a Permacultura emitido pela RTP no dia 24 de Novembro de 2010.

PERMACULTURA


A permacultura é um método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.
Foi criada pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década de 1970. O termo, cunhado na Austrália, veio de permanent agriculture (agricultura permanente), e mais tarde se estendeu para significar permanent culture (cultura permanente). A sustentabilidade ecológica, idéia inicial, estendeu-se para a sustentabilidade dos assentamentos humanos.

Os princípios da Permacultura vem da posição de Mollison de que "a única decisão verdadeiramente ética é cada um tomar para si a responsabilidade de sua própria existência e da de seus filhos" (Mollison, 1990). A ênfase está na aplicação criativa dos princípios básicos da natureza, integrando plantas, animais, construções, e pessoas em um ambiente produtivo e com estética e harmonia. E, neste ponto encontra paralelos com a Agricultura Natural, que sendo difundida intencionalmente pelas pesquisas de Masanabu Fukuoka por todo o mundo, chegaram as mãos dos senhores fundadores da permacultura e foram por eles desenvolvidas.
Permacultura é uma síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar.

A permacultura, além de ser um método para planejar sistemas de escala humana, proporciona uma forma sistêmica de se visualizar o mundo e as correlações entre todos os seus componentes. Serve, portanto, como meta-modelo para a prática da visão sistêmica, podendo ser aplicada em todas as situações necessárias, desde como estruturar o habitat humano até como resolver questões complexas do mundo empresarial.
Permacultura é a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esforços realizados por indivíduos, famílias e comunidades no sentido de um futuro sustentável.

A Permacultura origina-se de uma cultura permanente do ambiente. Estabelecer em nossa rotina diária, hábitos e costumes de vida simples e ecológicos - um estilo de cultura e de vida em integração direta e equilibrada com o meio ambiente, envolvendo-se cotidianamente em atividades de auto-produção dos aspectos básicos de nossas vidas referentes a abrigo, alimento, transporte, saúde, bem-estar, educação e energias sustentáveis.

Pode se dizer que os três pilares da Permacultura são: Cuidado com a Terra, Cuidado com as Pessoas e Repartir os excedentes.



Fonte: Wikipédia

Friday, November 19, 2010

Portalegre, Elvas e Ponte de Sôr registam a maior concentração económica do Distrito de Portalegre

Análise já antiga sobre a economia no Distrito de Portalegre.


O Millennium bcp realizou hoje (2004/07/06) em Portalegre o 13º Encontro Millennium bcp, reunindo clientes, colaboradores e personalidades locais para apresentar, em parceria com a Universidade Católica Portuguesa (UCP), a caracterização sócio-económica do distrito, bem como a presença do Banco na região.

Com uma das maiores redes de sucursais na região, o Millennium bcp está presente no distrito desde finais dos anos 60 e conta actualmente com 20 mil clientes, responsáveis por 162 milhões de euros de recursos e 156 milhões de euros de crédito.

No que respeita ao perfil dos clientes tipo do Banco, os particulares representam 84% do total de clientes do Millennium bcp residentes no distrito de Portalegre, sendo responsáveis por mais de 65% dos recursos e mais de 50% do crédito concedido. Os ENIs representam 11% dos clientes, 26,5% dos recursos e 15,5% do crédito, enquanto as empresas equivalem a 5,4% dos clientes na região, 8,3% dos recursos e 33% do crédito.

Marcado pela diminuição acentuada e envelhecimento da população residente nas últimas duas décadas (decréscimo de 12,7% face a um crescimento de 5,3% da população nacional), o distrito de Portalegre regista actualmente 125 mil residentes. O PIB per capita está próximo da média do Alentejo, sendo portanto inferior à média nacional, e encontram-se disparidades acentuadas na repartição do rendimento entre os diferentes concelhos; destacam-se pela positiva a capital de distrito, Elvas e Ponte de Sôr. Estes três concelhos são também os que registam a maior concentração demográfica e económica, representando mais de 60% do emprego por conta de outrém e mais de metade das empresas sediadas no distrito.

A indústria transformadora e o comércio têm um peso significativo no distrito, assegurando mais de 60% do emprego. Na análise dos sectores mais empregadores, seguem-se Agricultura e Pescas (12%), a Construção (9%) e o Alojamento e Restauração (8%). A taxa de desemprego no distrito é superior à taxa nacional, situando-se em 2001 nos 8% (contra 6,8% a nível nacional), afectando maioritariamente as mulheres (11,9%). Mesmo assim, o distrito de Portalegre apresenta uma taxa de desemprego inferior à da região do Alentejo (8,6%).

Na análise da actividade financeira no distrito destaca-se um ritmo de crescimento dos volumes de negócio bancário inferior à média nacional e também numa proporção inferior à sua importância relativa em população e rendimento. Entre 1990 e 2003 a taxa de crescimento média anual de depósitos foi de 7,6% (que compara com uma média anual de 8,6% no país), e a taxa de crescimento média anual de crédito foi de 14% (16,3% em Portugal). Em peso relativo, o distrito de Portalegre representa 0,8% dos depósitos e 0,5% do crédito no total nacional.

Presente em 9 dos 15 dos concelhos do distrito de Portalegre, o Millennium bcp apresenta uma adequada implantação geográfica e demonstra experiência e conhecimento do mercado. Portalegre apresenta um elevado potencial de intensificação de relacionamento bancário e o Millennium bcp reafirma mais uma vez, com este encontro, o desejo de contribuir para o desenvolvimento regional e o bem-estar social dos habitantes do distrito.



in Comunicado de Impressa do Millennium BCP em 2004/07/06

Sindicatos de Portalegre estimam que há cerca de sete mil desempregados no distrito


A União de Sindicatos do Norte Alentejano (USNA), afecta à CGTP, manifestou-se hoje preocupada com o
desemprego na região, estimando que existam “cerca de sete mil” pessoas sem trabalho, das quais 53,4 por cento são mulheres.

“A situação é cada vez mais preocupante. Num distrito como este, com sete mil desempregados neste momento, começa a ser um peso demasiado grande para gerir estes números”, disse hoje à agência Lusa o responsável da USNA, Diogo Júlio.
Segundo os últimos números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), em Fevereiro estavam inscritos nos centros de emprego da região de Portalegre 5761 desempregados.
“Os dados que nós apresentamos englobam os números do desemprego total, ou seja o número do desemprego referente ao registado e ocupado”, justificou Diogo Júlio.
No distrito de Portalegre, segundo os números disponibilizados pela USNA, existiam em Fevereiro deste ano, 6.832 desempregados, ao passo que em Janeiro esse número situava-se nos 6.414 desempregados.
“O número não pára de crescer e torna-se cada vez mais preocupante”, alertou.
Constituída por um tecido empresarial “débil”, a região de Portalegre foi, de acordo com o sindicalista, “fortemente afectada” com a crise económica internacional.
“O distrito de Portalegre já está em crise há vários anos, mas a crise económica internacional acelerou todo este processo”, declarou.
Segundo Diogo Júlio, os sectores agro-alimentares, granitos e cortiças são os “mais afectados”.
O coordenador da USNA referiu ainda que “a situação dos pequenos empresários também é preocupante, pois não conseguem chegar aos apoios disponibilizados pelo Governo”.
Para inverter a subida da taxa de desemprego no distrito de Portalegre, Diogo Júlio apelou “à união” entre as várias entidades públicas e privadas.
“Nós queremos envolver as populações e os actores regionais para que se tomem medidas de excepção para minimizar todos os nossos problemas”, defendeu.
HYT.
Lusa/tudoben

Wednesday, November 17, 2010

Alentejo: que futuro?

Segundo dados do Instituto Nacional de estatística, 48% da população alentejana é constituída por pensionistas e reformados que auferem em média 265 euros mensais. A taxa de desemprego é a mais elevada do país, cifrando-se em 9,3%, enquanto 60% da população activa é composta por trabalhadores não qualificados.

Perante estes dados oficiais, que futuro para a outrora Província do Alentejo, cuja área é maior que alguns países da União Europeia, e da dimensão de Israel junto com o mártir Líbano?


Se nas principais cidades ainda há uma população medianamente jovem, nas aldeias e vilas, os velhos são a sua larguíssima maioria, sabendo-se que dentro de um quarto de século estarão despovoadas.


Na larga maioria dos concelhos do Alentejo o principal empregador é a própria Autarquia, mas com a falência daquela, a situação tende a piorar. Se há muito que as escolas do primeiro ciclo fecharam, centrando os alunos nas sedes de concelho, as escolas do segundo ciclo e as secundárias estão com tendência a fecharem e os seus alunos transferirem-se para as cidades de maior dimensão. Também o ensino politécnico tem os dias contados, ficando no futuro apenas o pólo universitário e politécnico de Évora, por muito que isso pareça impensável.


Seria a Regionalização a terapia para o mal de que há décadas sofre o Alentejo? Dificilmente, porque a massa crítica é fraca, as elites não existem, o povo não tem poder de mobilização ou de afirmação.


A indústria não existe no Alentejo porque a que existe, à escala, não é representativa. A agricultura não se modernizou, a denominda Reforma Agrária foi um roubo, mas o que se lhe seguiu não passou de mais do que o regresso a "antigamente". A rede viária é a mesma de há decénios, as novas vias "passam" mas não trouxeram o desenvolvimento que a teoria demonstrava.


O projecto do Alqueva continua sem dar os frutos previstos, quanto mais os desejados. A sua água é da pior qualidade, o que já há se sabia ir acontecer. Os transvazes necessários de água de boa qualidade, feitos a partir do norte do país através de um conjunto de obras de arte, não se podem efectuar porque a rede ainda está em estudo preliminares.


O porto de Sines continua sem um projecto de viabilização, porque viabilidade desde o estado Novo que se sabe que tem.
O aeroporto de Beja está também ele em fase de estudos para posteriores decisões.


Portalegre, outrora importante centro fabril, de têxteis e cortiça principalmente, vê as suas fábricas fecharem, sem que outras venham para as substituir.

O tempo parou no tempo, por aqui!
MM
A Região do Alentejo é uma região portuguesa, que compreende integralmente os distritos de PortalegreÉvora e Beja, e as metades sul dos distritos de Setúbal e de Santarém. Limita a norte com aRegião Centro e com a Região de Lisboa, a leste com a Espanha, a sul com o Algarve e a oeste com o Oceano Atlântico e a Região de Lisboa.
Área: 31 152 km² (33% do Continente).


População (2001): 766 339 (8% do Continente).


Compreende 5 subregiões estatísticas:
· 
Alentejo Central
· 
Alentejo Litoral
· 
Alto Alentejo
· 
Baixo Alentejo
· 
Lezíria do Tejo


O Alentejo compreende 58 concelhos (18,8% do total nacional).


Note-se que esta divisão não coincide com a antiga região tradicional do Alentejo (que não constituía uma província por si, embora muitos se referissem ao Alentejo como a reunião das duas províncias do 
AltoBaixo Alentejo), a qual era ligeiramente menor que a actual: incluía apenas os distritos de Évora e Beja (na sua totalidade), praticamente todo o distrito de Portalegre (excepto o concelho de Ponte de Sôr, que fazia parte do Ribatejo), e a metade sul do de Setúbal (os concelhos desse distrito que fazem parte da actual região do Alentejo Litoral, a saber: Alcácer do SalGrândolaSantiago do Cacém e Sines).


Além disso, fez parte, até 
1801, da antiga comarca do Alentejo (outrora chamada Entre Tejo e Odiana e Além-d'Odiana), o município de Olivença, que desde então se encontra ocupado pela Espanha.


Saturday, November 6, 2010

Documentários

   Aldeias de Portugal - O regresso às origens

   Veja este fantástico documentário sobre as aldeias de Portugal. O investimento nas Aldeias de Portugal revela-se uma oportunidade de negócio com elevado sucesso quando bem adequada às actuais exigências dos consumidores cada vez mais conscientes da necessidade de implementação de um desenvolvimento sustentável  e ecológico das populações. O contacto com as origens, a cultura simples mas milenar e o prazer bucólico que as aldeias portuguesas proporcionam é sem dúvida único no mundo.

Ver documentário: Aldeias de Portugal - O regresso às origens (parte 1)

Ver documentário: Aldeias de Portugal - O regresso às origens (parte 2)

Ver documentário: Aldeias de Portugal - O regresso às origens (parte 3)

Associações & Desenvolvimento

  Fórum Alentejo 2015
 
  O Fórum Alentejo 2015 é um movimento informal de cidadãos, de carácter geracional, dedicado ao estudo, promoção e debate de estratégias e acções para um desenvolvimento sustentável do Alentejo, nas suas diversas vertentes económicas, sociais, ambientais e culturais.
   A sua existência, missão e objectivos baseiam-se nas seguintes premissas:

  • Forte preocupação sobre o futuro da região e sobre a necessidade de caminhar para um novo modelo de desenvolvimento.
  • Vontade de contribuir de forma activa para um debate aberto, construtivo e participativo sobre os desafios que se colocam à região.

Missão

  O Fórum Alentejo 2015 pretende promover a informação, o debate e a discussão sobre os problemas estruturantes, estratégias de desenvolvimento e iniciativas concretas para esta Região, na consciência de que este é um momento determinante para o sucesso das actuais e futuras gerações.

Visão

  Contribuir para o desenvolvimento de uma visão estratégica a 10 anos, pensando sempre no longo prazo e não em perspectivas efémeras, imediatistas e tradicionalistas. Este fórum será o catalizador desta visão, contribuindo com Conhecimento, Inovação, Competências e capacidade de Comunicação e Mobilização de vontades e esforços.

Objectivos
  • Promover o debate e o conhecimento das questões estratégicas do desenvolvimento junto da população do Alentejo;
  • Facilitar consensos e influenciar decisores sobre as opções estruturantes da região;
  • Formar futuros quadros dirigentes e gestores que possam, com as competências adquiridas, contribuir para um melhor aproveitamento das nossas vantagens competitivas.
Preocupações e Ambições

  Passados 20 anos sobre a adesão de Portugal à CEE, decorridos 3 Quadros Comunitários de Apoio, investidos muitos milhões de Euros, a região Alentejo está cada vez mais longe do nível de vida das regiões mais desenvolvidas da União Europeia.

 O Alentejo está em perda demográfica desde meados do século passado, tem uma população cada vez mais envelhecida e o mais preocupante é que não consegue reter a população mais jovem e mais qualificada, hipotecando o seu futuro.

   Existe hoje consciência das causas estruturais dos problemas de desenvolvimento do Alentejo, algumas das quais remontam a muitas décadas; contudo, a sua prevalência na actualidade radica nos baixos níveis de sucesso das áreas da Educação, Formação, Empreendedorismo e Dinamização Empresarial, Emprego, entre outras; e acima de tudo na ausência de definição de uma estratégia regional sólida e coerente.

  Num contexto global em que as regiões competem e/ou cooperam umas com as outras, que assumem as suas próprias estratégias de desenvolvimento adaptadas às suas necessidades e potencialidades, que reforçam a sua autonomia e capacidade de intervenção, o Alentejo continua a ter dificuldades em definir o seu rumo.

O que queremos:

  • Um modelo de desenvolvimento regional sustentável que permita ao Alentejo caminhar para um futuro mais próspero, com mais oportunidades para os seus cidadãos e que possa atingir o rumo da convergência europeia em matéria de qualidade de vida.
  • Um Alentejo que se afirme enquanto região de excelência, que valorize os seus recursos, os seus territórios, as suas identidades, as suas dinâmicas económicas, os seus agentes e as suas populações.
  • Uma região Alentejo que contribua para o desenvolvimento de Portugal, que produza riqueza, que crie empregos, que se afirme num todo nacional em que a união das diversas realidades regionais e metropolitanas, traga mais coesão, melhor competitividade e maior sustentabilidade.

Para onde queremos caminhar:

  Como corolário, é convicção dos promotores deste movimento, a importância essencial de despertar e mobilizar as forças da sociedade alentejana para a geração de consensos relativamente às estratégias de desenvolvimento e de energias para a sua boa implementação. Em suma, é fundamental pensar de forma estratégica, analisando objectivamente os factores estruturais e conjunturais do nosso atraso. É imperativo ter um visão integrada a 10 anos, tempo mínimo suficiente para concretizar e obter os primeiros resultados das apostas que agora se fizerem. A marca adoptada - Alentejo 2015 - pretende precisamente simbolizar a essência deste movimento: contribuir para construir soluções sólidas, de valor acrescentado e que sejam pilares de uma nova fase para o desenvolvimento sustentável e para a qualidade de vida das nossas populações. Ambicionamos, portanto, uma Agenda de prioridades para o Desenvolvimento Regional Sustentável do Alentejo.

In Fórum Alentejo 2015: http://www.alentejo2015.com